Volta da Rádio Jovem Pan ao Rio vai parar nos bastidores da política - Audiência Carioca - Notícias e bastidores

Volta da Rádio Jovem Pan ao Rio vai parar nos bastidores da política

A volta da Rádio Jovem Pan ao Rio de Janeiro, prevista para o início do ano e não ocorrida, até o momento, foi parar nos bastidores políticos.

Segundo informações do jornal O Globo, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, estaria por trás do retorno da emissora à praça fluminense, com estreia prevista para o próximo mês. Ao portal UOL, Cunha disse que um parente está cuidando do retorno da JP Rio. No entanto, não revelou o nome do familiar.

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A publicação de O Globo informa que a iniciativa é um a estratégia do ex-parlamentar para retomar projeção política e disputar uma vaga no Congresso. No entanto, não mais pelo Rio de Janeiro e, sim, por Minas Gerais. Na última eleição para deputado federal, Eduardo Cunha tentou uma cadeira por São Paulo. Porém, saiu derrotado com apenas 5 mil votos, aproximadamente.

Conforme revelado pelo colunista Thiago Prado, da coluna Jogo Político, Cunha tem se interessado em investir em rádios. Em uma delas, na Maravilha FM, de BH, ele costuma ler versículos bíblicos para seus ouvintes. Ele também cobra de autoridades locais ações públicas, após reclamações de ouvintes.

A Jovem Pan Rio deve operar em duas frequências na capital fluminense — uma voltada ao jornalismo e outra à programação musical — e instalar seus estúdios no Centro da cidade, no mesmo edifício que abriga, há décadas, o escritório político de Cunha. Embora tenha transferido o domicílio eleitoral para Belo Horizonte, o ex-deputado mantém rotina no Rio e acompanha pessoalmente o projeto.

A polêmica carreira política de Eduardo Cunha

Eduardo Cunha ganhou destaque como deputado federal pelo Rio de Janeiro e presidente da Câmara dos Deputados entre 2015 e 2016, período em que teve papel central no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Filiado a partidos como PMDB (atual MDB) e outros ao longo da carreira, construiu influência nos bastidores do Congresso, especialmente em pautas conservadoras e na articulação política.

Sua trajetória foi marcada por forte protagonismo político, mas também por controvérsias e acusações de corrupção no âmbito da Operação Lava Jato, que resultaram na cassação de seu mandato em 2016 e em condenações judiciais posteriores.

Cunha foi preso em 19 de outubro de 2016 no âmbito da Operação Lava Jato e permaneceu detido por vários anos. No total, ele ficou cerca de 4 anos e meio preso, principalmente entre outubro de 2016 e 2021 (parte desse tempo em prisão domiciliar durante a pandemia), antes de obter liberdade e ter processos posteriormente anulados ou revistos pelo STF.

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Imagem: Jovem Pan

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