Mosquito Fofoqueiro: análise e um "balanço geral" sobre o fim - Audiência Carioca - Notícias e bastidores

Mosquito Fofoqueiro: análise e um “balanço geral” sobre o fim

O público foi surpreendido na última sexta-feira (2), quando Tino Júnior anunciou, ao vivo, na Record Rio, o fim do quadro Mosquito Fofoqueiro. A atração polêmica dividiu opiniões entre participantes e críticos da mídia, porém sempre garantiu grandes índices de audiência para o Balanço Geral RJ.

Criado no início de 2023, o Mosquito Fofoqueiro foi um apelido dado por Tino para chamar a atenção do público em seu programa. Em entrevista ao portal Notícias da TV, o apresentador explica por que escolheu este nome.

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“O público envia muitas informações pelo meu direct do Instagram, e eu passo para a Record. Uma vez, estávamos sobrevoando a Vila Aliança [comunidade localizada na zona oeste do Rio] e me mandaram um áudio de um traficante dizendo que o ‘mosquito fofoqueiro’ estava sobrevoando a área. Eu coloquei o áudio dele no ar. Ri para caramba. Naquele momento, o helicóptero da Record virou o mosquito fofoqueiro”, disse, em resumo.

De fato, estas percepções sempre foram uma forma de Tino Júnior se destacar como comunicador. Como radialista em emissoras com os jovens, foi assim que fez seu nome e ganhou alta popularidade no meio até migrar para a TV. Mérito dele.

O êxito foi tão forte que muitos telespectadores aguardavam, ou mesmo já citavam o nome “Mosquito Fofoqueiro” quando vinham um helicóptero sobrevoando onde moravam. Detalhe: existem outras aeronaves que fazem esse trabalho na cidade, mas a mais famosa era a do Balanço Geral RJ.

O sucesso foi tão grande que a Globo precisou alçar Genilson Araujo e seu Globocop para o RJ1. Antes, este investimento ficava restrito ao Bom Dia Rio e momentos oportunos. O investimento nesta ferramenta é coisa alta e poucos são os canais que assim fazem no Rio. Por exemplo, Band e SBT não possuem este suporte na praça.

Mosquito Fofoqueiro foi alvo de ‘fake news’ e de tiros

Porém, o Mosquito Fofoqueiro também foi alvo de notícias maldosas na internet. Houve uma montagem grotesca de uma matéria nunca exibida na Record.

Agora no campo da realidade, uma mulher detonou o apresentador da Record após não conseguir trabalhar por conta de uma operação policial após denúncia do Balanço Geral RJ. Além disso, a areonave foi alvo de 200 tiros, em junho deste ano.

O que mais chamava a atenção do Mosquito Fofoqueiro é o tempo destinado, em muitas vezes, a não ter nada relevante em áreas carentes da cidade, especialmente em favelas. Se às vezes, moradores acenavam para a câmera da Record, em outras internautas criticavam a exposição.

Diante de um cenário sensível e polêmico, a Record, agora, decide encerrar o apelido dado por Tino Júnior em justificativa de buscar mais notícia e menos fofoca. O futuro irá dizer se apenas o nome foi encerrado ou se uma nova forma de trabalhar será adotada no telejornal de maior audiência no Rio, fora da TV Globo.

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Imagem: Divulgação / Record

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