O SBT decidiu que vai voltar com o remake de A Usurpadora, produzido em 2019, pela Televisa. O produto ocupará a faixa das 1h30 da manhã, no lugar do SBT Podnight.
A mudança acontece já na próxima segunda-feira (16). O ‘Podnight’ era a última aposta de 2024, quando o SBT tentou lançar uma programação diferente do que se havia feito nos anos anteriores. No entanto, nada vingou e, aos poucos, as atrações foram sendo extintas na grade.
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A aposta é similarmente à que a Globo está fazendo em sua madrugada. Atualmente, a emissora carioca reexibe os capítulos das tramas das seis e sete após o Jornal da Globo.
O remake de La Usurpadora reconta a história de duas irmãs gêmeas separadas na infância que levam vidas completamente diferentes até que um encontro inesperado muda o destino de ambas.
Na versão moderna, protagonizada por Sandra Echeverría, a trama acompanha Paola Miranda, uma primeira-dama ambiciosa e manipuladora, casada com o presidente do México. Cansada da vida política e envolvida em escândalos, Paola decide abandonar temporariamente o país. Para manter as aparências e evitar suspeitas, ela obriga sua irmã gêmea, Paulina Doria — uma mulher humilde e de bom caráter — a assumir sua identidade no palácio presidencial.
SBT reprisa remake totalmente diferente de A Usurpadora original
Obrigada a viver como primeira-dama, Paulina passa a conviver com a família do presidente, enfrentar intrigas políticas e lidar com inimigos de Paola. Aos poucos, porém, sua honestidade e sensibilidade começam a transformar o ambiente ao redor, conquistando a confiança da família e da opinião pública. Enquanto isso, Paola vive no exterior aproveitando a liberdade, mas continua envolvida em conspirações e crimes que podem colocar em risco a irmã.
A narrativa mistura drama familiar, romance e suspense político, ampliando o universo da história original com temas contemporâneos como corrupção, mídia e poder. O conflito central se intensifica quando o retorno de Paola ameaça revelar a farsa e destruir a nova vida que Paulina construiu.
O remake atualiza o clássico popularizado por Gabriela Spanic nos anos 1990, mantendo o elemento central da troca de identidades, mas inserindo a trama em um cenário político e social mais amplo.
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Imagem: SBT
